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	<title>Comments on: Impressões não desenvolvidas sobre o suicídio</title>
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	<description>Resistência aos bloqueios pela respiração escrita</description>
	<lastBuildDate>Sun, 02 Mar 2008 20:15:54 +0000</lastBuildDate>
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		<title>By: Rafous</title>
		<link>http://infvernoexperiment.wordpress.com/2007/12/01/impressoes-nao-desenvolvidas-sobre-o-suicidio/#comment-28</link>
		<dc:creator>Rafous</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jan 2008 23:05:05 +0000</pubDate>
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		<description>Vou copiar e colar no sorocoisa. Não vou dar crédito até que você autorize. Quando autorizar, passa no sorocoisa e fala que sim, falou?

Idéias interessantes. Divagações boas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Vou copiar e colar no sorocoisa. Não vou dar crédito até que você autorize. Quando autorizar, passa no sorocoisa e fala que sim, falou?</p>
<p>Idéias interessantes. Divagações boas.</p>
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		<title>By: infverno</title>
		<link>http://infvernoexperiment.wordpress.com/2007/12/01/impressoes-nao-desenvolvidas-sobre-o-suicidio/#comment-27</link>
		<dc:creator>infverno</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Dec 2007 18:22:37 +0000</pubDate>
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		<description>Discordo do ponto da autonomia: não dá para dizer que o suicídio em si, ainda que no mundo dos defuntos, é autônomo. Esse é um pressuposto como qualquer outro. Não empurremos o suicídio lá para baixo, mas também não o elevemos aos céus...

...porque não importa se existe ou não autonomia em meio ao fenômeno: o ponto realmente não é esse, porque o existir realmente se faz no próprio existir e &lt;em&gt;o problema não é bem o risco de suicídio&lt;/em&gt;.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Discordo do ponto da autonomia: não dá para dizer que o suicídio em si, ainda que no mundo dos defuntos, é autônomo. Esse é um pressuposto como qualquer outro. Não empurremos o suicídio lá para baixo, mas também não o elevemos aos céus&#8230;</p>
<p>&#8230;porque não importa se existe ou não autonomia em meio ao fenômeno: o ponto realmente não é esse, porque o existir realmente se faz no próprio existir e <em>o problema não é bem o risco de suicídio</em>.</p>
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		<title>By: Zz</title>
		<link>http://infvernoexperiment.wordpress.com/2007/12/01/impressoes-nao-desenvolvidas-sobre-o-suicidio/#comment-26</link>
		<dc:creator>Zz</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Dec 2007 17:58:36 +0000</pubDate>
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		<description>Oh.

Morrer é só um mau encontro.
O existir se faz no proprio existir...

deixem de tanto lero-lero senhores, nada mais autonomo do que tirar a propria vida; isso sim é uma prova de domínio de si; isso sim é uma afirmação de si e da vida.

Num mundo que promove a morte gratuita dissolvida na vida, suicidar-se é uma postura.

uh.
uh.
uh.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oh.</p>
<p>Morrer é só um mau encontro.<br />
O existir se faz no proprio existir&#8230;</p>
<p>deixem de tanto lero-lero senhores, nada mais autonomo do que tirar a propria vida; isso sim é uma prova de domínio de si; isso sim é uma afirmação de si e da vida.</p>
<p>Num mundo que promove a morte gratuita dissolvida na vida, suicidar-se é uma postura.</p>
<p>uh.<br />
uh.<br />
uh.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>By: Mari</title>
		<link>http://infvernoexperiment.wordpress.com/2007/12/01/impressoes-nao-desenvolvidas-sobre-o-suicidio/#comment-25</link>
		<dc:creator>Mari</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Dec 2007 03:28:07 +0000</pubDate>
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		<description>Entendi melhor agora... é verdade, so o suicídio ser um assunto delicado já é motivo p/que nós (nós vivos, ou nós defuntos? :P) tenhamos o dobro de cautela p/entender que função essa delicadeza tem p/gente... pq de tanta fuga delicada a gente já morre na neurose...

Entendo isso do suicídio não ser bem o problema...

Melhor continuar a conversa fora daqui....</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Entendi melhor agora&#8230; é verdade, so o suicídio ser um assunto delicado já é motivo p/que nós (nós vivos, ou nós defuntos? :P) tenhamos o dobro de cautela p/entender que função essa delicadeza tem p/gente&#8230; pq de tanta fuga delicada a gente já morre na neurose&#8230;</p>
<p>Entendo isso do suicídio não ser bem o problema&#8230;</p>
<p>Melhor continuar a conversa fora daqui&#8230;.</p>
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	<item>
		<title>By: infverno</title>
		<link>http://infvernoexperiment.wordpress.com/2007/12/01/impressoes-nao-desenvolvidas-sobre-o-suicidio/#comment-24</link>
		<dc:creator>infverno</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Dec 2007 17:29:39 +0000</pubDate>
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		<description>Ih, eu deixei passar *várias* coisas. E não concluí nada - lembre-se, são impressões não desenvolvidas... vieram à cabeça as lembranças de vários acontecimentos diferentes, logo depois de eu encostar no assunto em uma conversa. Estão em digestão, não estão paradas e tudo mais...

Apesar desse ser um assunto sensível, para mim, pegar uma categoria estabelecida por Durkheim para começar a falar sobre o que ela representa é mais complicado que falar sobre suicídio. É como falar da pessoa que delira a partir da estrutura psicótica lacaniana, é como falar da &quot;sociedade&quot; (já uma personagem) a partir da pulsão de morte freudiana, ou de uma determinada lista de arquétipos supostamente universais e convenientemente divididos entre o gênero masculino e o feminino.
São teorias que dão um chute no cu do seu objeto, que funcionam onde é esperado que funcionem, sem darem chance a qualquer movimento.

Já passou da hora de pararmos de ser um bando de Procustos.

Se existe o &quot;suicida&quot; que não agüenta mais o mundo e se mata, ao invés de isolá-lo no laboratório da ciência e do método para determinar padrões de identidade, riscos, possibilidades, toda a parafernália neurótica para medir a vida dele -- e, conseqüentemente, para medir a nossa... enfim... ao invés de tudo isso, a gente poderia pensar sinceramente e agir a partir do que isso tiver a dizer sobre a nossa vida. O que te afeta num suicídio de alguém que não agüentou mais viver? Mas será que foi isso: &quot;não agüentou mais&quot;? Por que pensar nesses termos? Talvez por perceber alguma loucura que seja digna de não se agüentar mais? Será que essa loucura não lhe é estranha? Que loucura é essa? O que isso tem a ver com o cotidiano? O que fazer?

Não me parece que o problema aqui seja o &quot;risco&quot; do suicídio.

Foi por essa via que eu dirigi as impressões... sem pretensão alguma... certamente existem outras vias.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ih, eu deixei passar *várias* coisas. E não concluí nada &#8211; lembre-se, são impressões não desenvolvidas&#8230; vieram à cabeça as lembranças de vários acontecimentos diferentes, logo depois de eu encostar no assunto em uma conversa. Estão em digestão, não estão paradas e tudo mais&#8230;</p>
<p>Apesar desse ser um assunto sensível, para mim, pegar uma categoria estabelecida por Durkheim para começar a falar sobre o que ela representa é mais complicado que falar sobre suicídio. É como falar da pessoa que delira a partir da estrutura psicótica lacaniana, é como falar da &#8220;sociedade&#8221; (já uma personagem) a partir da pulsão de morte freudiana, ou de uma determinada lista de arquétipos supostamente universais e convenientemente divididos entre o gênero masculino e o feminino.<br />
São teorias que dão um chute no cu do seu objeto, que funcionam onde é esperado que funcionem, sem darem chance a qualquer movimento.</p>
<p>Já passou da hora de pararmos de ser um bando de Procustos.</p>
<p>Se existe o &#8220;suicida&#8221; que não agüenta mais o mundo e se mata, ao invés de isolá-lo no laboratório da ciência e do método para determinar padrões de identidade, riscos, possibilidades, toda a parafernália neurótica para medir a vida dele &#8212; e, conseqüentemente, para medir a nossa&#8230; enfim&#8230; ao invés de tudo isso, a gente poderia pensar sinceramente e agir a partir do que isso tiver a dizer sobre a nossa vida. O que te afeta num suicídio de alguém que não agüentou mais viver? Mas será que foi isso: &#8220;não agüentou mais&#8221;? Por que pensar nesses termos? Talvez por perceber alguma loucura que seja digna de não se agüentar mais? Será que essa loucura não lhe é estranha? Que loucura é essa? O que isso tem a ver com o cotidiano? O que fazer?</p>
<p>Não me parece que o problema aqui seja o &#8220;risco&#8221; do suicídio.</p>
<p>Foi por essa via que eu dirigi as impressões&#8230; sem pretensão alguma&#8230; certamente existem outras vias.</p>
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		<title>By: Mari</title>
		<link>http://infvernoexperiment.wordpress.com/2007/12/01/impressoes-nao-desenvolvidas-sobre-o-suicidio/#comment-23</link>
		<dc:creator>Mari</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Dec 2007 16:45:28 +0000</pubDate>
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		<description>OBS: Eba, voltou o blog!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>OBS: Eba, voltou o blog!</p>
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		<title>By: Mari</title>
		<link>http://infvernoexperiment.wordpress.com/2007/12/01/impressoes-nao-desenvolvidas-sobre-o-suicidio/#comment-22</link>
		<dc:creator>Mari</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Dec 2007 16:40:04 +0000</pubDate>
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		<description>Vc simplificou, deixou passar uma coisa.
Só p/pegar o exemplo de durkheim, como fica o suicídio egoísta, da pessoa que não necessariamente está vivendo a partir da potencialidade, está morrendo literalmente de neurose e se mata por não aguentar mais isso? Não dá p/não se preocupar com isso acontecendo mais e mais no mundo!
Falar sobre suicídio é complicado, mesmo... não dá pra concluir oq vc conclui!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Vc simplificou, deixou passar uma coisa.<br />
Só p/pegar o exemplo de durkheim, como fica o suicídio egoísta, da pessoa que não necessariamente está vivendo a partir da potencialidade, está morrendo literalmente de neurose e se mata por não aguentar mais isso? Não dá p/não se preocupar com isso acontecendo mais e mais no mundo!<br />
Falar sobre suicídio é complicado, mesmo&#8230; não dá pra concluir oq vc conclui!</p>
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